segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

LIGAÇÃO MOTORES DE 12 PONTAS

Triangulo triangulo 220 volts 12 pontas
L1 - 02 04 08 10
L2 - 03 05 09 11
L3 - 01 06 07 12



Estrela estrela 380 volts 12 pontas
11 - 12 - 13 FECHAR ESSAS 3 PONTAS

05 - 06 - 04 FECHAR ESSAS 3 PONTAS

08 - 02 L1
09 - 03 L2
07 - 01 L3

domingo, 30 de janeiro de 2011

MANUAL PERFEITO PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS RESIDENCIAS.

http://www.4shared.com/document/5UZiRUOJ/INSTALAES_ELTRICAS_RESIDENCIAI.html

Harmônicos de Corrente e Tensão

1. INTRODUÇÃO

Com o avanço tecnológico, uma gama cada vez
maior de aparelhos mais compactos e com
componentes variados é lançada no mercado. Com
isso, problemas que antes eram desconhecidos
apareceram, como exemplo, podemos citar
harmônicos de corrente que foram notadas após a
implementação de componentes não-lineares nos
circuitos dos equipamentos e a interferência
eletromagnética proveniente da redução das
dimensões das placas de circuito impresso e
aproximação dos dispositivos.
Nos USA, estima-se que num período de 10
anos as cargas eletrônicas foram duplicadas, com
uma previsão de atingir 90% no ano de 2010[1].
Este trabalho está relacionado ao estudo de
componentes harmônicas que surgem nas ondas de
senoidais de corrente.

2. HARMÔNICOS

Os harmônicos de corrente surgem devido à
presença de cargas não-lineares na rede de
distribuição. Essas cargas não possuem uma relação
linear entre tensão e a corrente como cargas
resistivas, capacitivas e indutivas. Estas podem ser
geradas por equipamentos elétricos e eletrônicos
que possuem componentes não-lineares tais como:
diodos, transistores, chaves manuais entre outros.
As cargas não-lineares absorvem uma corrente
diferente da forma de onda da tensão que a
alimenta, gerando uma perturbação na onda da
corrente.
A harmônica é uma componente adicional que
possui freqüência múltipla da onda senoidal
fundamental. Na figura 1 está ilustrada, a
componente fundamental da tensão e sua quinta
harmônica. Na figura 2 é apresentada a forma de
onda da tensão resultante, que neste caso é a soma
das duas componentes apresentadas na figura 1.
As harmônicas que causam maior distorção na
onda da corrente são geralmente as de ordem ímpar
e quanto menor sua freqüência, maior será a distorção.

3. COMO DETECTAR AS HARMÔNICAS?

Há vários métodos que permitem analisar e
quantificar as distorções na forma das ondas.
Podem-se destacar quatro deles que serão
apresentados a seguir:
3.1 Fator de Potência
O fator de potência é a relação entre a potência
ativa (P) e a aparente (S), que possuem uma
relação:
FP = Potência Ativa (P) (1)
Potencia Aparente (S)
Atualmente as normas técnicas brasileiras
regulamentam o fator de potência mínimo de uma
instalação elétrica em 92% e em algumas classes de
equipamentos este limite chega a 97% [2].
As perdas de transmissão de energia elétrica são
proporcionais ao quadrado da corrente eficaz que
circula pelos condutores. Assim, para uma dada
potência ativa, quanto menor for o FP, maior será a
potência reativa e, conseqüentemente, a corrente
pelos condutores.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Animação AutoCAD 3D 2007

HISTERESE

Histerese
Os fenômenos da histerese ocorrem dentro magnético e ferromagnetic materiais, as well as no elástico e eletromagnético comportamento dos materiais, em que uma retardação ocorre entre a aplicação e a remoção de a força ou campo e seu efeito subseqüente. A histerese elétrica ocorre ao aplicar variar campo elétrico, e histerese elástica ocorre em resposta a uma força variar. O termo “histerese” é usado às vezes em outros campos, como economia ou biologia; onde descreve uma memória, ou o efeito do lagging, em que a ordem de eventos precedentes pode influenciar a ordem de eventos subseqüentes.A palavra “retardação” acima não deve necessariamente ser interpretada como uma retardação de tempo. Apesar de tudo, mesmo os sistemas lineares relativamente simples tais como um circuito elétrico que contem os resistores e os capacitores exibem uma retardação de tempo entre a entrada e a saída. Para a maioria de sistemas hysteretic, há uma escala de tempo muito curta quando seus comportamento dinâmico e várias dependências relacionadas do tempo são observados. No magnetismo, por exemplo, os processos dinâmicos que ocorrem nesta escala de tempo muito curta foram consultados a como Saltos de Barkhausen. Se as observações forem realizadas períodos muito longos do excesso, rastejamento ou relaxation lento tipicamente para o equilíbrio thermodynamic verdadeiro (ou outros tipos de equilíbrios que dependem da natureza do sistema) podem ser observados. Quando as observações são realizadas sem consideração para fenômenos dinâmicos muito rápidos ou fenômenos muito lentos do relaxation, o sistema parece indicar o comportamento irreversible cuja a taxa é praticamente independent da taxa da força dirigindo. Este comportamento irreversible taxa-independente é a característica chave que distingue a histerese de a maioria outros de processos dinâmicos em muitos sistemas.
Se o deslocamento de um sistema com histerese for traçado em um gráfico de encontro à força aplicada, a curva resultante está no formulário de um laço. No contraste, a curva para um sistema sem histerese é uma única, não necessariamente reto, linha. Embora o laço da histerese dependa das propriedades físicas do material, não há nenhuma descrição teórica completa que explica o fenômeno. A família de laços da histerese, dos resultados de variar aplicado diferente tensões ou as forças, dão forma a um espaço closed em três dimensões, chamadas o hysteroid.
A histerese foi vista inicialmente como problematic, mas é pensada agora para ser da importância grande na tecnologia. Por exemplo, as propriedades da histerese são aplicadas ao construir armazenamento permanente para computadores; como a histerese permite que a maioria de superconductors se operem nas correntes elevadas necessitadas criar campos magnéticos fortes. A histerese é também importante em sistemas vivos. Muitos processos críticos que ocorrem na histerese vivendo (ou morrendo) do uso das pilhas para ajudar estabilizá-los de encontro aos vários efeitos de flutuações químicas aleatórias.
Algum trabalho adiantado em descrever a histerese em sistemas mecânicos foi executado perto Maxwell do caixeiro de James. Subseqüentemente, os modelos da histerese receberam a atenção significativa nos trabalhos de Preisach (Modelo de Preisach da histerese), Neel e Everett em relação ao magnetismo e ao absorption. Uma descrição paramétrica simples de vários laços da histerese pode ser encontrada aqui (com o modelo, substituição do retângulo, triângulo ou pulsos trapezoidal em vez das funções harmonic permite também aos laços piecewise-lineares construídos da histerese usados freqüentemente no automatics discreto). Uma teoria matemática mais formal dos sistemas com histerese foi desenvolvida nos 1970s, por um grupo dos matemáticos Russian, que fosse conduzido perto Marque Krasnosel'skii, um dos founders da análise não-linear. Sugeriu uma investigação de fenômenos da histerese usando a teoria de operadores não-lineares.
Um dos fenômenos mais importantes que observamos nos materiais magnéticos é a histerese. Conhecer exatamente o seu significado é fundamental para todos os que trabalham com indutores e transformadores, principamente nos circuitos modernos como, por exemplo, os de fontes chaveadas, inversores de frequência e conversores AC/DC. Neste artigo, revisamos os conceitos básicos de magnetismo e explicamos o que é a histerese.



A partir da descoberta de Oersted de que uma corrente elétrica pode criar um campo magnético, o estudo mais profundo do eletromagnetismo tornou-se de grande importância para o desenvolvimento de diversos dispositivos elétricos e eletrônicos tais como solenóides, eletroímãs, transformadores, etc. Assim, para chegarmos ao ponto central deste artigo, que é a histerese, será importante revisarmos um pouco da teoria do magnetismo para que o leitor possa melhor entender os fenômenos envolvidos.
Unidades



Da mesma forma que em eletricidade temos diversas grandezas elétricas tais como corrente, tensão, potência e resistência, em magnetismo também temos diferentes grandezas que precisam ser definidas e bem diferenciadas para que o leitor entenda bem os fenômenos magnéticos.

Estas grandezas são medidas normalmente em unidades diferentes, que recebem nomes dos pesquisadores que contribuíram para o desenvolvimento deste setor da Ciência tais como Maxwell, Gauss, Oersted, Gilbert, etc.

Devemos, então, definir as seguintes grandezas:

a) Fluxo magnético:

Este termo é utilizado para expressar o número de linhas de força de um campo magnético que atravessam uma determinada área de uma superfície, conforme mostra a figura 1.



O fluxo magnético é expresso pela letra H e pode ser dado em maxwells no sistema CGS, ou em weber (Wb) no sistema internacional.

O número de linhas de força que atravessa uma superfície por unidade de área é denominado densidade de fluxo magné- tico, ou simplesmente fluxo magnético, é indicado pela letra B.

Sua unidade é o gauss. Outra unida de de fluxo usada no sistema CGS é o oersted;.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Básico de instalação elétrica predial .

Linguagem energéticaEntenda o que os termos significam:

Watt (W)  designa a potência.
kilowatt (kW)  o watt multiplicado por mil.
kilowatt/h (kWh)  refere-se ao consumo de energia (quilowatts consumidos por hora). Em sua conta de luz, é essa a medida usada.
Volt (V)  é a unidade que mede a tensão de uma ligação elétrica.
Ampère (A)  é a unidade de medida que determina a quantidade de corrente elétrica. Assim como usamos o metro para medir as distâncias, os eletricistas usam o ampère para indicar a quantidade de corrente elétrica que passa em um circuito. Dentro de sua caixa de luz, cada disjuntor tem uma amperagem determinada, equivalente à corrente elétrica suportada pelo circuito ao qual ele protege.

Nota: a voltagem multiplicada pela amperagem é igual à potência (V x A = W).
É bom saber disso para não sobrecarregar suas tomadas e não provocar um curto-circuito em uma instalação. Vamos supor que a tensão em sua cidade seja de 110 V. Você liga um secador de cabelos de 1 200 W em uma tomada de 10 A. Faça as contas: 10 A x 110 V = 1 100 W. Veja que os 1 200 W do secador estão excedendo o limite da tomada.

Aprendendo sobre os materiaisÉ necessário se ter bons materiais para levar energia aos diversos pontos de sua casa. Procure na embalagem o símbolo do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia), procedimento aconselhável para todos os componentes de sua instalação. Desde os cabos até os interruptores, esse símbolo significa que as peças foram feitas obedecendo às normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para Instalações Elétricas de Baixa Tensão, identificadas pela sigla NBR-5410, antiga NB-3.

Agora, conheça o básico da sua instalação.

Fios e cabosSó há uma diferença entre eles: a flexibilidade. Os fios  constituídos de um único e espesso filamento  são rígidos. Já os cabos são formados por vários filamentos finos, o que lhes dá maleabilidade.
O material de que são feitos  o condutor de eletricidade  é o mesmo, o cobre (que, aliás, pode variar muito de qualidade). Faça sua pesquisa de preços, mas não leve um produto só porque é mais barato. Isso pode significar matéria-prima inferior  quanto mais puro o cobre, melhor será a condução da energia. Muita atenção também quanto ao revestimento isolante, que deve ser antichama. Exposto ao fogo, o PVC, que cobre todos os fios e cabos, não propaga a chama, mas, em geral, libera gases tóxicos. Uma nova geração de cabos aboliu o chumbo tóxico da capa que isolava os condutores. Na hora da compra, pergunte sobre a qualidade do produto e verifique as suas especificações.

Conduítes ou eletrodutos
Responsáveis pelo trajeto dos fios e dos cabos, fazendo as ligações entre todos os pontos de consumo e o quadro de luz, os conduítes são encontrados em duas versões: rígidos e flexíveis. Metálicos ou plásticos, os rígidos são mais indicados para lajes ou outras superfícies concretadas. Na maior parte das instalações, porém, são mesmo os flexíveis que dominam. Mais fáceis de lidar, nem por isso eles podem fazer curvas de ângulo muito fechado  isso impede a passagem dos fios. O ideal é que sigam caminhos retos ou que façam curvas abertas. Suas bitolas são calculadas levando-se em conta a quantidade de fios ou cabos que irão conduzir.

Quadros de distribuiçãoParte decisiva para o bom funcionamento da sua instalação elétrica, o quadro de distribuição concentra duas decisões importantes:
  •      O número de circuitos que abastecerão suas tomadas e pontos de luz

  •      A capacidade de carga de cada circuito.
    No quadro, são instalados os disjuntores (nas construções mais antigas, fusíveis). O tamanho pode variar de acordo com suas necessidades, mas o material deve, obrigatoriamente, ser incombustível. Hoje, quase todos os quadros são de metal.

    Disjuntores e fusíveisOs dois funcionam como válvulas, cuja finalidade básica é cortar o fluxo toda vez que a quantidade de energia que trafega por um determinado circuito for excessiva e puder causar danos ao sistema. A função dos disjuntores é, portanto, desarmar em caso de sobrecarga, protegendo sua instalação e seus aparelhos. Assim, um bom disjuntor não é aquele que não desarma nunca, mas o que desarma sempre que é preciso. Para isso, ele deve obedecer a critérios técnicos e ser produzido com materiais testados e aprovados.

    Não pense que usar disjuntores de maior capacidade para cargas menores é garantia de segurança. Ao contrário. Se você instala um disjuntor de 25 ampères para um circuito de 15 ampères, ele não desarmará em caso de sobrecarga. Usar disjuntores de menor capacidade para cargas maiores também não é aconselhável (ele desarmaria constantemente). Lembre-se: o importante é que sejam compatíveis com as cargas estipuladas para circuito. Junto aos disjuntores, na caixa de luz, providencie a colocação de um quadro identificador dos cômodos ou pontos atendidos por cada disjuntor.

    Se o seu sistema trabalha com fusíveis, assegure-se de que não exista folga no encaixe das peças. Sempre que um deles queimar, substitua-o por outro de mesma amperagem. Nunca improvise ligações com arames ou grampos: em caso de sobrecarga, ou de superaquecimento, eles não queimarão, como o faria o fusível.

    Caixas de passagemEmbutidas geralmente na parede, em diferentes formatos e feitas de materiais variados, elas são usadas para auxiliar na enfiação ou cabeamento. O tamanho dessas peças varia de acordo com a quantidade de eletrodudutos que chegam nelas. Hoje em dia, porém, é cada vez mais comum os projetistas pensarem em circuitos independentes. Como nem sempre isso é possível, essas caixas ainda não se tornaram obsoletas.

    Tomadas comuns e de telefoniaSe não há diferenças significativas no desenho ou na função das tomadas comuns elas são grandes quanto a qualidade. O cenário mudou no que se refere às tomadas de telefonia. Embora ainda se encontrem as antigas tomadas de quatro pinos chatos num plugue quadrado (padrão TELEBRAS), o mercado abre caminho para os modelos mais recentes, que obedecem ao padrão americano, composto de um pequeno terminal de plástico transparente. Além de mais discreto, ele é o de uso mais comum para aparelhos importados.


  • O que significa A.W.G dos fios ?

    AWG são as iniciais das palavras “American Wire Gauge” (traduzindo, “Padrão Americano de Fios”). É um padrão usado nos Estados Unidos da América e noutros países como método normalizado de indicar o diâmetro de um fio, em particular condutor elétrico.

    DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES ELÉTRICOS

         Assim como o diâmetro de um cano é função da quantidade de água que passa em seu interior, a bitola de um condutor depende da quantidade de elétrons que por ele circula (corrente elétrica). Além disso, toda vez que circula corrente, o condutor se aquece, devido ao "atrito" dos elétrons em seu interior.
         No entanto, há um limite máximo de aquecimento suportado pelo fio ou cabo, acima do qual ele começa a se deteriorar. Nessa condições, os materiais isolantes se derretem, expondo o condutor de cobre, podendo provocar choques e causar incêndios.
         Para evitar que os condutores se aqueçam acima do permitido, devem ser instalados disjuntores ou fusíveis nos quadros de luz. Esses dispositivos funcionam como uma espécie de "guarda-costas" dos cabos, desligando automaticamente a instalação sempre que a temperatura nos condutores começar a atingir valores perigosos.
         Dessa forma, o valor do disjuntor ou fusível (que é expresso sempre em Ampères – A) deve ser compatível com a bitola do fio, sendo que ambos dependem da corrente elétrica que circula na instalação. Como a corrente é o resultado da potência dividida pela tensão, a tabela abaixo indica a bitola do condutor e o valor do disjuntor em função desses parâmetros.
    Tipo de circuito
    Tensão
    (volts)
    Potência máx.
    (watts)
    Bitola fio
    (mm²)
    Disjuntor máx.
    (A)
    iluminação
    110
    1.500
    1,5
    15
    tomadas
    110
    2.000
    2,5
    20
    tomadas
    220
    4.000
    2,5
    20
    chuveiros e torneiras elétricas
    220
    6.000
    6
    35
    ar condicionado
    220
    3.600
    4
    25
         Outras dicas:
         • nunca aumentar o valor do disjuntor ou do fusível sem trocar a fiação, uma vez que deve haver uma correspondência entre eles;
         • a menor bitola permitida por norma para circuitos de lâmpadas é de 1,5mm² e, para tomadas, de 2,5mm²;
         • devem ser previstos circuitos separados para iluminação e tomadas.
    Inversor de Freqüência
    Descrição do Funcionamento.
    Atualmente, a necessidade de aumento de produção e diminuição de custos, se fez dentro deste cenário surgir a automação, ainda em fase inicial no Brasil, com isto uma grande infinidade de equipamentos foram desenvolvidos para as mais diversas variedades de aplicações e setores industriais, um dos equipamentos mais utilizados nestes processos conjuntamente com o CLP é o Inversor de Freqüência, um equipamento versátil e dinâmico,vamos expor agora o princípio básico do inversor de freqüência.
    Um inversor de frequência é um dispositivo capaz de gerar uma tensão e freqüência trifásicas ajustáveis, com a finalidade de controlar a velocidade de um motor de indução trifásico.
    A figura abaixo mostra resumidamente o diagrama em blocos de um inversor de freqüência escalar:

    Os seis diodos retificadores situados no circuito de entrada do inversor, retificam a tensão trifásica da rede de entrada (L1, L2 e L3). A tensão DC resultante é filtrada pelo capacitor C e utilizada como entrada para a Seção Inversora.
    Seção Inversora
    Abaixo, a forma de onda na saída do inversor

    Blocos do inversor
    1º bloco - CPU
    A CPU (unidade central de processamento) de um inversor de freqüência pode ser formada por um micro processador ou por um micro controlador (PLC). Isso depende apenas do fabricante. De qualquer forma, é nesse bloco que todas as informações (parâmetros e dados do sistema) estão armazenadas, visto que também uma memória está integrada a esse conjunto. A CPU não apenas armazena os dados e parâmetros relativos ao equipamentos, como também executa a função mais vital para o funcionamento do inversor: Geração dos pulsos de disparo, através de uma lógica de controle coerente, para os IGBT’s.
    2º Bloco - IHM
    O segundo bloco é o IHM (interface Homem máquina). É através desse dispositivo que podemos visualizar o que está ocorrendo no inversor (display), e parametrizá-lo de acordo com a aplicação (teclas).
    3ºBloco - Interfaces
    A maioria dos inversores pode ser comandada através de dois tipos de sinais: Analógicos ou digitais. Normalmente, quando queremos controlar a velocidade de rotação de um motor AC no inversor, utilizamos uma tensão analógica de comando. Essa tensão se situa entre 0 á 10 Vcc. A velocidade de rotação (RPM) será proporcional ao seu valor, por exemplo:
    1 Vcc = 1000 RPM, 2Vcc = 2000 RPM.
    Para inverter o sentido de rotação basta inverter a polaridade do sinal analógico (de 0 á 10 Vcc sentido horário, e –10 á 0 Vcc sentido anti-horário). Esse é sistema mais utilizados em maquinas-ferramenta automáticas, sendo que a tensão analógica de controle é proveniente do controle numérico computadorizado (CNC).
    Além da interface analógica, o inversor possui entradas digitais. Através de um parâmetro de programação, podemos selecionar qual entrada é válida (Analógica ou digital).
    4º Bloco – Etapa de potência
    A etapa de potência é constituída por um circuito retificador, que alimenta ( através de um circuito intermediário chamado "barramento DC"), o circuito de saída inversor (módulo IGBT).
    Conversão DC/AC
    Através do chaveamento de transistores em um circuito trifásico, vamos fazer uma "prévia", em um circuito monofásico. Observem a figura abaixo, e notem que a estrutura de um inversor trifásico é praticamente igual ao nosso modelo monofásico. A primeira etapa é o módulo de retificação e filtragem, que gera uma tensão DC fixa (barramento DC) e que alimenta os transistores IGBT's.

    Na seção inversora, a tensão retificada DC é novamente convertida em Trifásica AC. Os transistores chaveiam várias vezes por ciclo, gerando um trem de pulsos com largura variável senoidalmente (PWM). Esta saída de tensão pulsada, sendo aplicada em um motor (carga indutiva), irá gerar uma forma de onda de corrente bem próxima da senoidal através do enrolamento do motor.

    NBR 5419 - 2001 - Proteçao de estruturas contra descargas atmosfericas

    http://www.4shared.com/document/I5JVuJ0T/NBR_5419_-_2001_-_Proteao_de_e.html

    quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

    CURSO DE AUTOCAD 2004.

    COMO FUNCIONA UM RELE DE ESTADO SOLIDO ?

    Foram desenvolvidos com a finalidade de
    chavear cargas resistivas ou cargas indutivas monofásicas,
    substituindo os relés auxiliares (contatores) com
    inúmeras vantagens, tais como, acionamento da saída
    em Zero Volt, alta imunidade à transientes de rede,
    acoplamento óptico, proteção contra inversão de polaridade,
    terminais protegidos, led para indicação do sinal
    de entrada, circuito “Snubber” para proteção de saída,
    alta isolação, longa vida útil e montagem compacta.
    Dependendo do modelo escolhido, ao ser enviado um
    sinal de comando (5 à 32Vcc ou de 90 à 240Vca) a
    carga será energizada e o led de indicação se acenderá .
    Ao retirarmos o sinal de comando a carga será desenergizada.

    CONSIDERAÇOES PRA INSTALAÇÃO

    Sempre utilizar pasta térmica entre o relé e o dissipador,
    ou placa de montagem. Para relés até 10 Amp., pode-se usar a própria placa de montagem do painel como dissipador, desde que não tenha espessura inferior a 3mm.
    Para relés acima de 10 Amp., montar o relé em um dissipador
    adequado, fixando-o com as aletas na posição vertical dentro do painel.
    Não permitir que nenhum outro equipamento ou canaleta
    mais alta dentro do painel bloqueie a função do dissipador.
    O fluxo de ar dentro do painel deverá ser dirigido de
    maneira a forçar a passagem de ar pelo dissipador do
    relé. O mais indicado é a instalação de um ventilador na
    lateral inferior do painel, com a saída de ar na lateral
    superior oposta do mesmo.
    As correntes máximas para o relé não devem ultrapassar
    0,8 x Inom (Inom = corrente nominal), para temperatura
    ambiente superiores a 35ºC.
    Realizar a proteção dos relés somente com fusíveis
    ultra-rápidos pois num eventual curto circuito o relé será
    danificado. As conexões dos cabos deverão ser efetuadas com terminais, Melhorando assim a área de contato com o relé.
    Os terminais e o fusível, deverão estar sempre muito
    bem apertados para evitar a a ocorrência de mau contato
    e posterior aquecimento.

    DADOS TÉCNICOS
    Sempre utilizar pasta térmica entre o relé e o dissipador,
    ou placa de montagem. Para relés até 10 Amp.,
    Tensão de controle 5 - 32 Vcc ou 90 - 240 Vca (especificar)
    Tensão de chaveamento 24 - 480 Vca
    Freqüência da rede 50 - 60 Hz
    Corrente de controle 10 - 15 mA
    Tempo de acionamento (1/2 ciclo) 10 mseg
    Corrente nominal de acionamento 10A, 25A, 40A, 50A ou 65A (especificar)
    Corrente máxima de trabalho 8A, 20A, 32A, 40A ou 52A (tamb > 35oC)
    Corrente mínima de trabalho 50 mA
    Queda de tensão na condução c/Imáx. 1,3 Vca
    Isolação entrada x saída 4000 V
    Temperatura ambiente -10 a +60ºC
    Opcionais sob pedido Fusível ultra-rápido e dissipador

    NBR 5410 - COMENTADA

    http://www.4shared.com/document/W7HosoDD/Nbr_5410_Comentada1.html

    O QUE E UM MICROCONTROLADOR PIC ?

    Os PIC (PICmicro): são uma família de microcontroladores fabricados pela Microchip Technology, que processam dados de 8 bits, de 16 bits e, mais recentemente, de 32 bits. Seu nome é oriundo de "Programmable Interface Controller". Contam com extensa variedade de modelos e periféricos internos. Possuem alta velocidade de processamento devido a sua arquitetura Harvard e conjunto de instruções RISC (conjuntos de 35 instruções e de 76 instruções), com recursos de programação por Memória flash, EEPROM e OTP. Os microcontroladores PIC têm famílias com núcleos de processamento de 12 bits, 14 bits e 16 bits e trabalham em velocidades de 0kHz (ou DC) a 48MHz e velocidades de 16 MIPS em alguns modelos. Há o reconhecimento de interrupções tanto externas como de periféricos internos. Funcionam com tensões de alimentação de 1.8 a 6V e os modelos possuem encapsulamento de 6 a 100 pinos em diversos formatos (SOT23, DIP, SOIC, TQFP, etc)





    Seus principais periféricos internos (a disponibilidade varia conforme o modelo):
    • USARTs
    • Controladores de comunicação I2C, SPI, USB e Paralelo
    • Controladores PWM
    • Controladores de LCD
    • Controladores de motores
    • Gerador de energia de alta potência
    • Periféricos para LIN, CAN
    • Controladores Ethernet
    • Periféricos IRDA
    • Codificadores para criptografia Keeloq
    • Watchdog timer
    • Detetores de falha na alimentação
    • Portas digitais com capacidade de 25mA (fornecer ou drenar) para acionar circuitos externos
    • Osciladores internos
    • RTCC - Real Time Clock and Calendar (Relógio de tempo real e calendário)
    • Tecnologia Deep Sleep - consumo de nano Watt
    • CRC - Cyclic Redundancy Check programável

    FECHAMENTO DE MOTOR ESTRELA - TRIANGULO



    PARTIDA ESTRELA - TRIANGULO


    Circuitos eletrônicos - Lanterna de mão


    Você alguma vez já desmontou completamente uma lanterna de mão para analisar como ela funciona?
    Veja na ilustração abaixo como são dispostas as várias partes de uma típica lanterna de mão:
    Estrutura de uma lanterna elétrica
    Por que o projetista escolheu essa particular combinação de materiais?
    As partes metálicas da lanterna são postas para conduzir a corrente elétrica quando a lanterna é posta para funcionar e, além disso, foram escolhidas para resistirem aos esforços físicos aos quais são submetidas.
    A mola metálica, por exemplo, não só permite caminho elétrico para a corrente como também mantém no lugar, sob pressão, as pilhas em seu interior. As partes metálicas do interruptor têm que garantir bom contato elétrico e não ficarem danificadas pelo uso contínuo.
    Uma lanterna também tem partes feitas com material não condutor de corrente elétrica, tais como plásticos e borrachas. A cobertura de plástico dessa lanterna é um isolante elétrico. Sua forma é importante para que se tenha um manuseio cômodo. Sua cor a tornará mais ou menos atraente aos olhos do usuário.
    Como você verá, os circuitos elétricos conterão sempre partes que conduzem e partes que não conduzem correntes elétricas. O segredo todo, nos circuitos elétricos, é delimitar um caminho pré planejado para a corrente.
    A lâmpada incandescente e o refletor compõem o sistema óptica da lanterna. A posição da lâmpada dentro do refletor deve ser tal que permita a obtenção de um feixe estreito de luz.
    Uma lanterna é um produto elétrico simples, mas muita gente já perdeu noites de sono em seus projetos para que você tenha um dispositivo que trabalhe bem.

    Como fazer Antena de TV

    ·
    2,50 m de tubo de pvc soldável ¾;
    ·
    1T de pvc soldável ¾;
    ·
    2Tampas para tubos de pvc soldável ¾;
    ·
    3,50m de fio 4mm ou mais (rígido);
    ·
    distancia entre antena e o televisor;
    1tubo de cola pequeno, para tubo de pvc fio chato (medindo a
    ·
    MONTAGEM:
    Fita isolante.
    ·
    Corte o tubo, em três peças: 2 de 1m e 1 de 50cm;
    ·
    (ao meio);
    Corte os 3,50m de fio 4mm em dois pedaços de igual tamanho
    ·
    Desencape 1m de cada pedaço do fio 4mm;
    ·
    1m;
    Introduza as partes do fio desencapados um em cada tubo de
    ·
    50cm;
    Introduza as partes encapadas no T e em seguida no tubo de
    ·
    Conecte as três peças de tubo no T e cole;
    ·
    Conecte as tampas nas pontas dos tubos de 1m;
    ·
    do tubo de 50cm, faça a emenda desses fios 4mm no fio chato,
    e prenda-os no tubo, utilizando fitas adesivas, para evitar que
    ventos rompam os fios.
    Seguindo esse manual sua antena estará montada rapidamente.
    Fixe-a em um tubo de ferro, prenda bem para o vento não virar a
    posição.
    O excesso dos fios dobre-os , envolvendo-os, na parte externa
    Obs: esta antena é externa, Porem funciona bem no interior da
    residência.
    Funciona também para rádio Am/Fm.

    MATERIAIS:

    quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

    tecnologia e automação

    Automação é a aplicação de técnicas computadorizadas ou mecânicas para diminuir o uso de mão-de-obra em qualquer processo, especialmente o uso de robôs nas linhas de produção. A automação diminui os custos e aumenta a velocidade da produção.
    A automação pode ser dividida em alguns ramos principais:
    Automação Industrial - Ramo da automação onde as técnicas são aplicadas ao controle e otimização de um determinado processo industrial, como a extração de minérios, produção de madeira, produção de celulose, refino de petróleo, etc.
    Automação Comercial - Ramo da automação onde ocorre a aplicação de técnicas específicas na otimização de processos comerciais, geralmente utilizando-se mais software do que hardware, tais como: sistemas controle de estoques, contas a pagar e receber, folha de pagamentos, identificação de mercadorias por códigos de barras ou por rádio frequência RFID, etc.
    Automação Residencial - Aplicação da técnicas de automação para melhoria no conforto e segurança de residências e conjuntos habitacionais, tais como: Controle de acesso por biometria, porteiro e portões eletrônicos, circuitos Fechados de Televisão (CFTV), controle de luminosidade de ambientes, controle de umidade, temperatura e ar condicionado (HVAC), etc.